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Você sabe o que faz um visagista?

  • Para fazer uma mudança capilar, é preciso levar em conta o formato do rosto, o tipo de cabelo, a personalidade da pessoa e seu dia a dia. É isso que estuda o visagista
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Para fazer uma mudança capilar, é preciso levar em conta o formato do rosto, o tipo de cabelo, a personalidade da pessoa e seu dia a dia. É isso que estuda o visagista

Em busca do cabelo dos sonhos, muitas mulheres se inspiram em cortes de cabelo de celebridades para conseguir esse desejo, mas nem sempre o resultado é o esperado. Para fazer uma mudança capilar, é preciso levar em conta o formato do rosto, o tipo de cabelo, a personalidade da pessoa e seu dia a dia, e é isso que estuda o visagista.

O visagismo existe desde a década de 1930, criado pelo francês Fernand Aubry, mas foi introduzido no Brasil somente em 2002, quando o artista plástico Philip Hallawell lançou o livro "Visagismo - Harmonia e Estética". Antes disso, a ideia de criar uma imagem personalizada baseada na identidade do cliente ainda não era difundida nos salões de beleza, mas rapidamente conquistou adeptos.

"Tudo depende do temperamento e personalidade de cada um"

Para conseguir um resultado que transmita os desejos do cliente, é importante que o visagista entenda a rotina da pessoa, suas preferências estéticas, suas proporções, desde o tom da pele mais frio ou quente, até o formato do rosto, e sua capacidade de aguentar o look. "O estilo precisa corresponder com o que a pessoa quer transmitir, ela precisa sustentar o visual, o cabelo reflete para outras pessoas a mensagem que você quer passar, então tudo depende do temperamento e personalidade de cada um", ensinou a visagista Tuka Moreira.

Esse estudo pessoal, além de ajudar a disfarçar pontos fracos do rosto como orelhas de abano ou nariz muito grande, ajuda a entender, por exemplo, porque usar franja não é aconselhado para pessoas com altos cargos no trabalho ou porque donas de peles mais claras devem fugir de cabelos pretos. A técnica ainda trabalha com o conceito do penteado para criar o visual para determinado evento: "em entrevistas de emprego, por exemplo, os fios podem ser presos em forma de coque, pois transmitem a imagem de credibilidade e profissionalismo. É por isso que muitas empresas exigem que as funcionárias prendam os cabelos", ensinou Philip Hallawell.

Colérico, sanguíneos, melancólico e fleumático

Existem quatro pilares para entender o visagismo a partir dos quatro temperamentos definidos por Hipócrates, grego considerado "pai da medicina". O colérico é ligado a paixões, força, liderança e domínio; já o sanguíneo é mais despojado, alegre e curioso; o melancólico é mais pensativo e profundo; e o fleumático, pácifico e com necessidade de segurança. Para entender qual o seu temperamento e como ele pode potencializar sua beleza nos fios, procure um visagista que irá indicar e criar um visual que combine com sua personalidade durante a consultoria.

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