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Falta de vitamina D causa queda de cabelo? Dermatologista explica a relação

  • Veja as explicações de dermatologista e saiba se a queda de cabelo está associada à falta de vitamina D  (Foto: Shutterstock)
  •  De acordo com dermatologistas, estudos mostram uma possível relação entre deficiência de vitamina D e alopecia areata, doença inflamatória que causa falhas no couro cabeludo  (Foto: Instagram @curlsallover)
  • A falta de vitamina D pode causar outros problemas de saúde, como fraqueza nos olhos e envelhecimento precoce na pele (Foto: Instagram @mykindofjoy)
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Veja as explicações de dermatologista e saiba se a queda de cabelo está associada à falta de vitamina D  (Foto: Shutterstock)
  • Veja as explicações de dermatologista e saiba se a queda de cabelo está associada à falta de vitamina D  (Foto: Shutterstock)
  •  De acordo com dermatologistas, estudos mostram uma possível relação entre deficiência de vitamina D e alopecia areata, doença inflamatória que causa falhas no couro cabeludo  (Foto: Instagram @curlsallover)
  • A falta de vitamina D pode causar outros problemas de saúde, como fraqueza nos olhos e envelhecimento precoce na pele (Foto: Instagram @mykindofjoy)

Muito se escuta falar que a queda de cabelo pode estar associada à falta de vitamina D no organismo. De acordo com a dermatologista Danielle Aguiar, membro-titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e responsável pelo Centro de Tratamento Capilar da Clínica Paula Bellotti, os estudos sobre o assunto ainda são controversos. "É difícil associar a deficiência de vitamina D como causa exclusiva da queda de cabelo. Estudos mostram uma possível relação entre deficiência de vitamina D e alopecia areata, psoríase e outras condições inflamatórias e autoimunes como o vitiligo e infecções cutâneas", explicou a especialista. Confira mais detalhes!

Queda de cabelo não está sempre associada à falta de vitamina D

De acordo com a dermatologista Danielle Aguiar, faltam estudos que comprovem a relação direta da queda de cabelo com os níveis baixos de vitamina D no organismo. "Um número crescente de investigações procurou determinar se os níveis no sangue de vitamina D poderia estar diminuindo nos pacientes com queda de cabelo e se a suplementação poderia representar uma opção terapêutica. Não existe um consenso quanto a suplementação oral e por isso fica a critério médico indicar um medicamento suplementar ou não", explicou. Sobre a alopecia areata, é uma doença inflamatória e autoimune, cujos fios de cabelo começam a cair formando falhas circulares na cabeça.

Quando começar a se preocupar com a queda de cabelo? 

Em média, uma pessoa perde 100 fios de cabelo por dia, o que é normal. De acordo com a dermatologista, se ultrapassar essa quantidade, que pode ser observada no chão ou na escova de cabelo, é importante se preocupar. "Em qualquer situação de queda o indivíduo deve se preocupar, principalmente se o problema for hormonal, autoimune ou por deficiência de algum micronutriente, já que a queda progride, e falhas podem surgir no couro cabeludo", explicou Danielle Aguiar. A única exceção, segundo a especialista, é a queda do pós-parto, que, na maioria das vezes, não precisa de tratamento.

Falta de Vitamina D pode causar problemas nos ossos

A falta de vitamina D pode até não estar associada totalmente à queda de cabelos, mas está ligada a outros problemas de saúde. A falta dela, consequentemente, leva à falta de cálcio, que prejudica a formação dos ossos. "A vitamina D previne o raquitismo em crianças e a osteomalácia em adultos e crianças", detalhou a dermatologista. Seja qual for o problema, a reposição da vitamina D deve ser feita sempre com a orientação de um médico. "Deve-se levar em consideração idade, fototipo, latitude, poluição do ar, estilo de vida, comorbidades e histórico familiar. A ingestão excessiva de vitamina D oral pode levar à toxicidade com hipercalcemia e insuficiência renal", explicou Danielle Aguiar.

Pegar sol produz vitamina D, mas hábito deve ser feito com muita precaução

De acordo com a dermatologista, a recomendação de pegar sol sem filtro solar para produzir vitamina D não pode ser seguida à risca, porque a exposição solar em excesso causa problemas como envelhecimento da pele, manchas, vermelhidão, além de ser uma das maiores causas do câncer de pele. A recomendação de Danielle Aguiar é aplicar sempre o protetor solar em áreas sensíveis, como rosto, tronco e braços. "O bom senso deve sempre prevalecer. Após 15 minutos de exposição solar, pode-se aplicar o protetor nos locais restantes, como pernas e dorso dos pés. Fototipos mais altos necessitam de maior tempo de exposição, 20 a 25 minutos, no máximo", explicou a especialista, que deixou claro que basta uma área pequena de pele exposta para haver o estímulo.

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