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Dica do Proença: realinhamento térmico pode ser feito em cabelos com mechas

  • Cabelos com mechas podem receber o realinhamento térmico, porém, é necessário cautela e acompanhento profissional
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Cabelos com mechas podem receber o realinhamento térmico, porém, é necessário cautela e acompanhento profissional

O realinhamento térmico surgiu como uma alternativa para quem deseja alisar as madeixas, porém, sem recorrer a produtos com formol. O tratamento é à base de aminoácidos, e, associado ao calor, promete deixar os fios mais lisos, com movimento, sem frizz e com aparência natural. A escova ainda é compatível com outras químicas e pode ser feita por quem tem cabelos tingidos ou descoloridos.

Tratamento garante fios mais lisos com aparência natural

Para conquistar o efeito mais liso, o produto amolece a fibra capilar, como um relaxamento. Em seguida, o processo químico repõe queratina líquida e hidrata as madeixas, corrigindo o pH dos cabelos. Por fim, o calor da chapinha endurece a queratina, o que provoca o realinhamento dos fios. O resultado, que dura em média três meses, garante redução de volume, eliminação da porosidade e diminuição do aspecto ressecado.

Os aminoácidos criam uma proteção em torno dos fios, preenchem e selam as escamas da fibra capilar, o que provoca o efeito de alisamento nas madeixas. Mas o resultado final depende da textura natural dos cabelos. Enquanto os ondulados ficam mais lisos, os cacheados e crespos ganham cachos mais abertos.

Escova deve ser associada a outras químicas com cautela

Como o realinhamento térmico tem sua fórmula composta por aminoácidos, elementos que já estão presentes naturalmente nos cabelos, a escova pode ser associada a outros tratamentos químicos. Porém, é necessário acompanhamento profissional. "Os fios com mechas já são mais frágeis e este processo de alisamento deve ser bem suave para que os cabelos não sejam danificados em excesso", aconselha Marcos Proença, beauty expert de L'Oréal Paris.

A escova não afeta o tom de cabelos descoloridos ou tingidos, mas, ainda assim, deve ser realizada com cuidados. "A interação de químicas deve ser feita sempre com muita cautela. Procure por profissionais experientes, de quem você já conheça o trabalho", sugere Proença. Pergunte qual produto está sendo utilizado em seus cabelos, e evite fórmulas que contenham gluteraldeído, um aldeído da mesma família do formol, que não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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