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7 dúvidas sobre transição capilar: confira e aprenda a melhor maneira de lidar com os cabelos durante o período!

  • Conhecer os cuidados necessários durante a transição é fundamental para, no fim, exibir cabelos naturais lindos e saudáveis
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Conhecer os cuidados necessários durante a transição é fundamental para, no fim, exibir cabelos naturais lindos e saudáveis

Houve um tempo em que era muito difícil encontrar cacheadas e crespas exibindo os cabelos naturais, mas, atualmente, isso tem mudado. Um movimento de aceitação tem ganhado força e muitas mulheres decidiram largar os alisamentos e relaxamentos para assumir a real textura dos fios - entrando, assim, no processo conhecido como transição capilar. Para quem é nova no assunto, pode parecer difícil entender os termos que surgem nessa nova jornada e saber a melhor maneira de cuidar desse cabelo novo e desconhecido. Por isso, preparamos uma lista com as maiores dúvidas sobre o assunto para te ajudar a encarar esse período sem grandes preocupações. Confira! 

1) "O que devo fazer para começar a transição"? 

Se a vontade de usar os cabelos naturais surgir, o primeiro passo para começar o processo de transição capilar é bem simples: parar de fazer qualquer procedimento químico que altere a textura dos fios. A transição começará a ser contada a partir do último alisamento ou relaxamento até o momento em que não restar mais nenhuma parte processada, apenas a textura real das madeixas. 

2) "Quanto tempo dura a transição"?

Uma das dúvidas mais comuns no início da transição é em relação ao tempo de duração do período - e a resposta se torna ainda mais urgente quando a raiz começa a aparecer e a vontade de recorrer aos alisamentos falar mais alto. Porém, não existe uma resposta certa para esse questionamento: tudo dependerá de você e da coragem de cortar de uma vez os fios processados pela química ou não.  Quem opta por acelerar o processo recorre ao big chop, o "grande corte" que tirará toda a parte alisada - logo no início, com apenas alguns centímetros de raiz nova, ou com o cabelo um pouquinho maior. Já para quem não gosta da ideia de fios curtíssimos, a paciência é a chave: é preciso esperar o cabelo crescer até o tamanho considerado ideal para cortar - o que pode levar meses ou até mais de um ano. 

3) "Não quero cortar! Como faço para lidar com as duas texturas?"

Quem opta por uma transição mais longa deve ter em mente que paciência e cuidados constantes são fundamentais para passar por esse processo difícil sem desistir. Lidar com as duas texturas não é uma tarefa fácil, mas existem maneiras de amenizar e disfarçar o problema. Uma delas é através das texturizações - técnicas de finalização que ajudam a formar cachos nas partes alisadas para disfarçar a diferença da raiz. Bigudins, bobes, twists e coquinhos são alguns exemplos do que fazer para ondular a parte com química. Secadores, pranchas e babyliss até podem ser usados em algumas situações, mas o uso frequente não é recomendado. No caso dos dois primeiros, além do jato quente que prejudica os fios, outro ponto negativo é o fato dos cabelinhos novos acabarem perdendo definição por serem esticados diariamente pelo aparelho.

Quando a ideia é procurar soluções rápidas, você também pode investir nos penteados. Coques, tranças e rabos de cavalo, por exemplo, são maneiras fáceis de arrumar os fios e esconder a diferença das texturas. Acessórios como turbantes e faixas também são boas maneiras de disfarçar a raiz mais alta. 

4) "Como faço para garantir que o novo cabelo cresça saudável"?

É importante ter em mente que, desde o nascimento do primeiro centímetro de raiz, é fundamental investir nos tratamentos adequados para que os novos fios cresçam saudáveis e bonitos. Para isso, a dica principal é investir no cronograma capilar - rotina de cuidados que conta com hidratação, nutrição e reconstrução em dias alternados. Além de beneficiar o cabelo natural fazendo-o crescer mais forte, a combinação de tratamentos também ajuda na parte alisada e facilita o manuseio das madeixas na hora das texturizações e penteados, por exemplo. 

5) "É verdade que existem procedimentos que devolvem os cachos"?

Existem boatos de procedimentos realizados em salões que conseguem devolver os cachos sem que seja preciso passar por um longo processo de transição ou fazer o grande corte. A proposta parece tentadora, mas não acredite nessas técnicas com promessas milagrosas. As químicas presentes nos alisamentos e relaxamentos conseguem alterar profundamente a estrutura capilar, por isso, é difícil que algum produto consiga promover uma desintoxicação dos fios e devolver a aparência real. A única maneira de retomar a textura natural é através do big chop ou aguardando o crescimento até um tamanho mais agradável para cortar.

6) "O frizz aparecerá em maior quantidade"? 

O frizz é uma característica natural dos cabelos cacheados e crespos; por isso, sim, ele aparecerá na transição. Por fazerem parte da estrutura anelada dos fios, não existe uma maneira de eliminar de vez esses arrepiadinhos, mas alguns produtos podem ser bons aliados na hora da finalização - como um leave-in adequado e óleos capilares, por exemplo. Estes últimos, além de acalmarem o frizz, também têm o benefício de combater o ressecamento e a aspereza.

7) "Posso colorir ou fazer luzes nos cabelos durante a transição?"

Por ainda estarem se recuperando dos procedimentos químicos, os cabelos ficam mais fragilizados no período de transição capilar - e, com o acréscimo das colorações, o problema será duplicado. Não é estritamente proibido colorir ou incrementar os fios com luzes durante o processo, mas, para manter a saúde das madeixas nesse período tão delicado, o ideal é esperar o fim da transição para só então investir em transformações na cor.  Além disso, aguardar tem outro lado positivo: a transformação será em dobro com a nova textura, madeixas mais volumosas e, ainda, com um novo tom. 

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